Caupers, o acessório e o essencial

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O país discute as opiniões de João Pedro Caupers quando deveria discutir os "arranjinhos" do Bloco Central e a cumplicidade dos juízes na eleição do presidente do Constitucional.

O "caso Caupers&quo…

O incómodo com João Caupers

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Rui Ochôa/Presidência da República

Cristina Rita 20/02/2021 12:05

A escolha do novo presidente do Tribunal Constitucional está envolta em polémica porque falhou o acordo de cavalheiros en…

Caso Dexter chega a julgamento

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Perícia psiquiátrica a uma das suspeitas do crime do Algarve não detetou qualquer “patologia” do foro mental

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Esta é uma história que não acaba bem para ninguém: um rapaz de 21 anos perdeu a vida depois de ter sido estrangulado, mutilado, desmembrado e atirado ao mar. Duas raparigas de 20 e 24 anos vão a julgamento acusadas de o matarem por causa de €70 mil que o rapaz tinha recebido de indemnização pela morte da mãe. Mais do que perceber quem matou — Maria Malveiro Davidachwili, a mais nova, confessou candidamente o crime; e Mariana Fonseca assumiu (mas depois recuou) ter sido cúmplice na preparação e execução do homicídio —, o julgamento que começa quarta-feira, 24 de fevereiro, no Tribunal de Portimão terá de servir para perceber como e porque é que duas raparigas normais, sem cadastro, inseridas socialmente e sem qualquer evidente perturbação mental cometeram um crime capaz de chocar um experiente juiz como Jorge Figueira: “Choca qualquer sociedade civilizada ouvir o relato das arguidas”, declarou o magistrado do Tribunal de Portimão depois de ouvir as suspeitas pela primeira vez.

Antes do julgamento, e já depois de o Ministério Público acusar as duas raparigas de homicídio qualificado, profanação de cadáver, roubo e burla, a defesa de Maria Malveiro, que trabalhava como segurança no mesmo hotel onde Diogo Gonçalves era engenheiro informático, solicitou ao tribunal que fosse feita uma perícia psiquiátrica à suspeita não só para determinar o seu grau de inimputabilidade, mas também qual era o seu “quadro psicofísico” na altura do crime, bem como “a sua capacidade para avaliar o alcance dos seus atos” e o seu nível de perigosidade de então e agora.

Este é um artigo do semanário Expresso. Clique AQUI para continuar a ler.

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